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  • Artigo: Quem pensa em se suicidar fala sim e não é apenas uma única vez

    Artigo: Quem pensa em se suicidar fala sim e não é apenas uma única vez

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://stage.estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-artigo-quem-pensa-em-se-suicidar-fala-sim-e-nao-e-apenas-uma-unica-vez.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    Com todo o excesso de problemas que assola a consciência humana, o suicídio continua, ainda, sendo um ato visto, erroneamente, pela maioria das pessoas como uma espécie de refúgio, uma fuga ou mesmo um ato covarde. Na verdade, o motivo que leva alguém a cometê-lo é a perda do sentido existencial, que, por sua vez, precede a vivência de situações depressivas, estressantes que fogem à racionalidade humana. Por outro lado, é essencial se buscar entendimentos sobre o assunto a fim de que possamos evitar a última etapa para aqueles que arquitetam o próprio fim.

    A depressão severa continua sendo a maior causa de suicídios. Por isso, é preciso ficar atento quando a pessoa demonstra um interesse insignificante pela própria vida.

    O mundo dos deprimidos não tem cores, ou seja, ele é visto em preto e branco, em consequência da baixa autoestima e devido ao desinteresse por tudo.

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    Um universo cinza somente voltado para o próprio transtornado

    [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ column_structure=”1_3,2_3″][et_pb_column _builder_version=”3.27.4″ type=”1_3″][et_pb_image src=”https://estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/psicologo-marco-estrela.jpg” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ box_shadow_style=”preset2″][/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”|700|on||||||” text_line_height=”1.2em” text_orientation=”center” hover_enabled=”0″]Psicólogo Marco Estrela[/et_pb_text][/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=”3.27.4″ type=”2_3″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”3″ _address=”0.1.0.3″]

    Adolescentes, quando acometidos por essa desmensurada tristeza, costumam apresentar sintomas de afastamento do mundo social a sua volta. Erroneamente, isso pode ser compreendido como um simples e normal fenômeno da idade, já que eles não conseguem expressar seus sofrimentos de uma forma clara.

    Na maioria das vezes, os adolescentes são criaturas extrovertidas, esnobes e imodestas por natureza e, normalmente, gostam de ostentar e compartilhar seus santuários (quartos) com os amigos. Daí, a reclusão solitária, não deve ser bem-vista.

    Por outro lado, eles podem simular uma repentina melhora para passar o fim de semana trancafiados no quarto e, lá, usarem algum artifício para a consumação do ato final.

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    A simulação de melhora é muito comum nesses casos de autocídio. Então, se uma pessoa que normalmente é deprimida parecer, subitamente, alegre, é importante acompanhá-la para garantir que ela não irá tentar contra a própria vida.

    Insolitamente, não é conveniente buscar ajuda ou soluções em rituais místicos ou esotéricos. Não é prudente aguardar por expedientes delongados e escusos quando a química das emoções do cérebro galopa à deriva. Quando os neurotransmissores, por algum motivo, não circulam como deveriam, eles entrarão em deriva contínua, em que os dias se arrastarão lentamente e não haverá lágrimas, apesar da vontade de chorar.

    Esses amargurados e infortunados acreditam realmente na morte em vida, pois, na verdade, já não existem mais sorrisos para cérebros que se encontram apagado de ilusões.

    É substancialmente crucial e vital alcançar um aparo de cunho idôneo e preparado para lidar com a situação, quando o ato se encontra na iminência de acontecer.

    O tempo, para evitar, pode ser muito curto. O apoio espiritual certamente trará uma boa contribuição, todavia, somente após a eficácia e rápida prevenção por parte de um especialista na doutrina.

    Pessoas, que desconhecem a matéria, não possuem celeridade suficiente para oferecer ajuda nesse momento.

    Deve-se rastrear alguém em condições de socorro efetivo.

    Procurar não falar muito e ouvir mais é uma forma de amparo, já que muitas vezes a pessoa só precisa ser ouvida. Se possível, acompanhá-la a um profissional em busca de orientação.

    Outra medida necessária é retirar o acesso a ferramentas potencialmente destrutivas dentro de casa, como armas, remédios e substâncias tóxicas. Essa atitude serve para evitar o uso de uma delas em um impulso, pois o tratamento correto é muito importante.

    Atente-se aos sinais

    Toda tentativa de suicídio é um sinal claro de que a pessoa está enfrentando sentimentos os quais não está apta a lidar. Portanto, é um pedido de ajuda, pois, na verdade, ninguém quer realmente morrer, quer somente acabar com a insuportável dor que sente.

    Frequentemente, estamos acostumados a ouvir, em rodas de conversas ou até mesmo em outras situações do cotidiano, que quem realmente deseja se matar não fala, não sai por aí dizendo que quer e que vai… entretanto, é bom saber que quem pensa em cometer suicídio, diz sim que vai se matar e essa é exatamente a primeira pista que um suicida pode nos dar.

    A maioria das pessoas que cometeram o autoextermínio comentaram a respeito antes.

    A questão é… quem pensa em se suicidar fala sim e não é apenas uma única vez; em certos casos, falam diversas e diversas vezes até ser ouvido ou, no pior dos casos e dos resultados, até ser ignorado.

    *Artigo escrito pelo psicólogo Marco Estrela, parte da Equipe multidisciplinar da Estância Bela Vista.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

    Acompanhe em nossas redes sociais conteúdos didáticos e dicas sobre saúde mental e fique por dentro das nossas ações visando à melhoria da saúde mental.

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  • Borderline: entenda o transtorno de personalidade

    Borderline: entenda o transtorno de personalidade

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://stage.estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-borderline-entenda-o-transtorno-de-personalidade.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    Sensações diferentes e extremas em um piscar de olhos. A instabilidade emocional elevada ao grau máximo é um sério problema de saúde mental denominado Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). No Brasil, 3 milhões de pessoas sofrem com esse problema. A doença afeta, diretamente, o modo de raciocínio, ação, percepção e a capacidade de o indivíduo se relacionar.

    O transtorno de Borderline pode ser causado por vários fatores: herança genética, eventos traumáticos e conflitos emocionais. Geralmente, o Borderline se desenvolve desde a infância e vai se agravando ao longo do desenvolvimento do indivíduo.

    Quando revelada, a doença pode ser confundida com a esquizofrenia e com o transtorno de bipolaridade. Mas, ainda que as caraterísticas sejam parecidas, o transtorno de personalidade apresenta um fator determinante para o diagnóstico, a intensidade dos sintomas.

    Na prática, o diagnóstico clínico não é simples. Apesar de se assemelhar com sintomas do transtorno bipolar, o Borderline tem características específicas: instabilidade emocional, variação de humor, baixa autoestima, comportamento impulsivo e inconstante.

    Sinais para ficar atento

    É importante que os parentes mais próximos fiquem atentos aos sinais de vulnerabilidade. Pessoas com transtorno de Borderline apresentam:

    • Dificuldade de firmar relacionamentos;
    • Dificuldade para se enquadrar nos ambientes de trabalho;
    • Problemas frequentes de socialização;
    • Ações agressivas.

    As crises sintomáticas de Borderline são intensas e difíceis de controlar sem o auxílio médico. Por isso, é extremamente importante buscar por tratamento qualificado. As consequências da falta de assistência podem ser fatais, nos casos mais graves, pacientes de Borderline podem se podem se ferir e correm risco de suicídio.

    Tratamento

    Assim como a doença bipolar, o Transtorno de Personalidade Borderline não tem cura, mas o tratamento é essencial para a reabilitação social do paciente.

    Aliadas à ressocialização, as atividades terapêuticas desempenham um papel fundamental no processo. A Estância Bela Vista possui um programa com psicoterapia individual, palestras psicoeducativas, terapia em grupo, videoterapia, arteterapia, musicoterapia, terapia familiar e outras atividades, como: saídas terapêuticas supervisionadas e acesso à “internet” monitorado.

    Sobre a Estância Bela Vista

    Com uma equipe multidisciplinar e referência em tratamento humanizado, o espaço socioterapêutico Estância Bela Vista conta com tratamento focado no ser humano como um todo.

    Com toda a estrutura hospitalar, atendimento médico e psicológico, o tratamento proporciona um autoconhecimento capaz de identificar as causas do problema apresentado.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Famosos que lutaram ou enfrentam a depressão

    Famosos que lutaram ou enfrentam a depressão

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    Uma pesquisa, realizada entre 2006 e 2015 pela Universidade Federal de São Paulo, informou o aumento de 24% da taxa de suicídios de jovens entre 10 e 19 anos, em seis maiores cidades brasileiras (Porto Alegre, Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro).

    Engana-se quem pensa que a depressão não é uma doença e que não tem tratamento adequado. O desconhecimento pode dificultar qualquer pessoa a procurar a ajuda especializada trazendo mais sofrimento.

    Whindersson Nunes

    No mês de abril, por meio das suas redes sociais, o humorista Whindersson Nunes declarou que ia afastar-se dos palcos para tratar uma crise psicológica.

    Em entrevista para o “Fantástico”, ele contou como está sendo a sua luta diária e declarou que está trabalhando em um aplicativo para ajudar pessoas que têm problemas de depressão de forma gratuita. “A intenção do aplicativo é conectar gente que precisa de ajuda com profissionais que podem ajudar”, explicou.

    Padre Fábio de Melo

    Conhecido por ser bem-humorado nas redes sociais, o padre Fábio de Melo também já passou por momentos difíceis causados pela Síndrome do Pânico e a depressão, após um problema familiar grave. “É comum escutar que é frescura, exagero, falta do que fazer. Quando de fato se trata de um quadro depressivo, não, não é. Só quem sofre sabe!”, disse Fábio de Melo em um “post” em sua rede social.

    Anitta

    Uma das cantoras mais famosas da atualidade, Anitta também já teve os seus momentos difíceis quando se trata de depressão. Em um programa de televisão brasileiro, a cantora contou que, na época, optou por desacelerar um pouco sua carreira. “O estímulo da competitividade nos faz entrar em uma pressão muito grande na nossa cabeça. Quando a gente vê, já tá lá. Era difícil sair de casa, levantar da cama, não conseguia atender os fãs no camarim”, desabafou.

    Selton Mello

    O artista revelou que, no ano de 2008, passou por um momento difícil com a doença. Pensou até em desistir da carreira e chegou a pesar mais de 100 quilos.

    A doença iniciou-se quando o premiado ator e diretor resolveu tomar remédios para emagrecer. “Vivi um inferno”, revelou.

    Busque ajuda

    Seja para você ou para alguém próximo, procurar ajuda de um especialista é sempre a melhor opção.

    Para um diagnóstico e tratamento precisos, é necessário um acompanhamento médico. A recusa em buscar tratamento faz com que a doença avance. Por isso, a importância de ficar atento aos primeiros sinais.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Depressão sorridente: saiba como identificá-la

    Depressão sorridente: saiba como identificá-la

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    Na maioria das vezes, um sorriso é sinônimo de felicidade. Porém nem sempre…

    A depressão é distúrbio afetivo que conta com características, como tristeza profunda, perda generalizada de interesse, falta de ânimo, prazer e algumas oscilações de humor.

    Mas você sabia que existe a depressão sorridente? Ela é um dos vários tipos de depressão e está, cada vez mais, presente no cotidiano, porém ainda pouco conhecida.

    O termo clínico para esse tipo de “depressão sorridente” chama-se depressão atípica. Assim, há uma difícil identificação, já que os sintomas são mascarados por demonstrações aparentes de felicidade.

    Atualmente, uma em cada dez pessoas encontra-se deprimida. Entre 15 e 40% dessas pessoas, têm esse tipo de depressão atípica.

    Segundo um estudo realizado por Olívia Remes, especialista em depressão e em ansiedade da Universidade de Cambridge, sabe-se que uma grande parte de pessoas que sofrem da doença têm sinais de depressão encoberta.

    A dificuldade de perceber que a pessoa não se encontra bem faz da depressão sorridente uma doença extremamente perigosa.

    Fique atento aos seguintes sintomas:

    • Maior sensibilidade à rejeição e a críticas;
    • Ganho de peso com aumento de apetite;
    • Uma melhora temporária do estado de ânimo – provocada, por um elogio, por exemplo;
    • Sensação de peso nos braços e nas pernas em diversos momentos e diariamente.

    Ajuda necessária

    Diversas pessoas que sofrem com essa depressão sorridente acabam não enxergando que tem um problema. Por isso, faz-se necessário ficar atento aos sintomas a fim de procurar a ajuda adequada para o tratamento da doença.

    Busque ajuda

    Seja para você ou para alguém próximo, procurar ajuda de um especialista é sempre a melhor opção. Para um diagnóstico e tratamento precisos, é necessário um acompanhamento médico. A recusa em buscar tratamento faz com que a doença avance. Por isso, a importância de ficar atento aos primeiros sinais.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Alcoolismo: como lidar com a recaída

    Alcoolismo: como lidar com a recaída

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    A dependência química é um sério problema de saúde que afeta milhões de brasileiros e interfere diretamente na vida pessoal do ser humano. Diariamente, casos de alcoolismo, como do ator Fábio Assunção e do jogador de futebol Edgar, causam comoção. Eles foram obrigados a interromper a vida profissional para lutar contra o vício.

    Apesar de ser considerada uma doença incurável, progressiva e de caráter crônico, a medicina recente tem apresentado novos métodos de tratamento humanizado capaz de reabilitar a vivência social do indivíduo.

    No Brasil, o Ministério da Saúde elaborou uma classificação listando alguns critérios para definir o diagnóstico da dependência química em geral. Veja quais são a seguir:

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    1. Tolerância: a redução da magnitude dos efeitos leva ao uso de doses cada vez maiores para atingir o efeito desejado;
    2. Senso de compulsão: forte desejo de consumir a droga;
    3. Abstinência: após a interrupção ou diminuição do uso, surgindo sintomas de desconforto como tremores, ansiedade, irritabilidade e insônia, levando ao uso da mesma substância (ou outra relacionada) para promover o alívio ou evitar tais sintomas;
    4. Desejo de reduzir ou controlar o consumo, porém, sem sucesso;
    5. Abandono de atividades prazerosas alternativas: maior parte do tempo gasto em prol do uso da substância;
    6. Persistência ao uso: mesmo com o surgimento de manifestações nocivas e patológicas, como danos em órgãos e estados depressivos, resultantes do consumo crônico e excessivo, ainda se mantém o consumo.

    [/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”2″ _address=”0.1.0.2″]

    O que causa a dependência

    O uso contínuo e descontrolado do álcool pode ter origem em diversos fatores. Os mais comuns são: aflições emocionais, frustrações em ambiente laboral e problemas financeiros. Além de tudo isso, a possibilidade de herança genética não deve ser descartada.

    Tratamento

    Preconceito e desinformação dificultam o processo de aceitação do tratamento, e, em razão disso, esses fatores contribuem para o aumento das mortes causadas pelo alcoolismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de três milhões de pessoas morrem por ano em consequência do consumo de bebidas alcoólicas. E, apesar das recentes descobertas de novos métodos e recursos terapêuticos, um problema comum durante o tratamento é a recaída.
    O tratamento é complexo e envolve dois processos: desintoxicação e recuperação social plena do paciente.

    Como lidar com a recaída

    Durante o tratamento, é importante não diminuir ou tentar esconder a recaída. Se acontecer, a primeira coisa é relatar para a equipe responsável pelo tratamento. Os profissionais envolvidos já estão familiarizados com o caso, e, provavelmente, já previam uma possível recaída. Eles saberão lidar com a situação com os métodos adequados e evitarão que o paciente se torture, sentindo-se culpa por decepcionar as pessoas mais próximas com sua condição fragilizada.

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  • Depressão: conheça alguns mitos sobre a doença

    Depressão: conheça alguns mitos sobre a doença

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    As falsas afirmações em torno da depressão como doença aumentam a dificuldade de compreender a necessidade de um tratamento eficaz para tratá-la.

    Apesar dos altos índices, a depressão ainda é uma doença rotulada por grande parte da população, que desconhece que a enfermidade pode apresentar uma forma resistente quando não responde ao tratamento.

    Para esclarecer algumas informações, selecionamos alguns mitos que envolvem a depressão. Confira:

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    Depressão não é uma doença

    A depressão é uma condição médica sim e bem grave! Ela afeta o humor, pensamentos e todo o organismo do indivíduo. Existem pesquisas que provam que a doença também tem raízes genéticas.

    Quem tem depressão é fraco

    Ao contrário do que pensam, a depressão não pode ser banida. A doença é um neuroquímico no organismo, não podendo ser superado simplesmente com um pensamento positivo. É necessário que haja ajuda para trata-la.

    Crianças e adolescentes não têm depressão

    Infelizmente, não é verdade. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, uma em cada 33 crianças e um em cada oito adolescentes têm depressão durante essa fase da vida. Por isso, os responsáveis devem ficar atentos a qualquer sintoma da doença nos jovens.

    O tratamento para depressão é só para pessoas com risco de suicídio

    Não mesmo! O tratamento da depressão exige uma investigação com bastante critérios para chegar ao diagnóstico. O suicídio possui evidências na prevenção em longo prazo. Porém, é necessário um tratamento antecipado, sendo assim, não só nos casos mais graves.

    A depressão afeta somente mulheres

    Apesar de ser registrada duas vezes mais em mulheres, a depressão também afeta o sexo masculino. No entanto, homens apresentam maiores taxas de suicídio do que as mulheres. Sendo assim, todos devem procurar ajuda com profissionais capacitados.

    Falar sobre depressão pode incentivar a pessoa depressiva a cometer suicídio

    É um dos maiores mitos sobre a doença! Ao contrário, falar com o indivíduo sobre o tema ajuda na prevenção de um possível suicídio. Abordar sobre assuntos leves como planos para o futuro auxilia na precaução do ato.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

    Acompanhe em nossas redes sociais conteúdos didáticos e dicas sobre saúde mental e fique por dentro das nossas ações visando à melhoria da saúde mental.

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  • Vício digital: sinais que apontam dependência de rede social

    Vício digital: sinais que apontam dependência de rede social

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://stage.estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-burnout-a-consequencia-do-estresse-cronico-no-trabalho.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    O uso de redes sociais demasiado tem afetado, negativamente, a saúde mental da população mundial. Milhões de usuários têm sofrido com a dependência do uso de redes sociais. Os mais atingidos são os jovens. 70% desses usuários apresentam algum tipo de depressão, ansiedade ou qualquer outro problema prejudicial à saúde psíquica.

    Sinais de dependência

    O usuário afetado com vício de redes sociais apresenta os seguintes aspectos comportamentais:

    • Sentimentos de preocupação, nervosismo ou desconforto;
    • Dificuldade de autoexpressão e autoidentidade;
    • Depressão;
    • Insônia constante;
    • Problema com a Imagem corporal.

    Vida perfeita

    A necessidade de forjar a realidade para exibir, nas redes sociais, uma vida perfeita alterou o comportamento dos usuários, e o ambiente de compartilhamento tornou-se competitivo e perigoso para a saúde mental. Mostrar uma vida mais interessante que a do vizinho pode render um grande quantitativo de “likes”, seguidores e visibilidade máxima. Mas todo esse sucesso nas redes sociais depende de inúmeros fatores que não estão ligados somente à personalidade do usuário.

    O problema está na conclusão de que você só é legal se tiver uma rede social badalada e com altos números de interações. Esse equívoco tem causado danos à saúde mental. As pessoas se consideram fracassadas e menos queridas quando não têm o retorno desejado.

    Fim dos “likes” no Instagram

    Não há limites. Vale-tudo por visibilidade, elogios e muitas curtidas. A corrida por “likes” ficou, cada vez mais, intensa. Para conseguir atenção do público, muitos usuários apostaram em desafios que violam o corpo e a mente, atentando contra a própria saúde.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Burnout: a consequência do estresse crônico no trabalho

    Burnout: a consequência do estresse crônico no trabalho

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://stage.estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-burnout-a-consequencia-do-estresse-cronico-no-trabalho.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    Em maio deste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a Síndrome Burnout como uma doença, sendo incluída na Classificação Internacional de Doenças (CID 11).

    Após o anúncio, a doença começou a ser debatida ainda mais nas grandes mídias, esclarecendo a população que, assim, pode ser instruída, cada vez mais, sobre a doença, que é responsável por uma parte dos afastamentos do trabalho.

    A doença é uma das preocupações de gestores, principalmente de ambientes corporativos, em razão das longas jornadas de trabalho com pouco descanso, turnos alternados e ritmos intensos.

    Mas, afinal, o que é a Síndrome de Burnout e como essa doença pode afetar o ambiente laboral?

    O “Burnout” ou esgotamento profissional caracteriza-se por um estado de alta-tensão emocional causado pelo trabalho desgastante, o que ocasiona uma sensação de cansaço devastador, irritação e estresse prolongado no trabalho.
    Acúmulo de tarefas, cobranças excessivas, perfeccionismo e foco no trabalho como fonte exclusiva de prazer levam ao esgotamento físico e mental. Reconheça os sinais da Síndrome de burnout e aja antes de acabar exaurida.

    É como se o corpo e a mente colocassem um ponto-final: “Agora, chega!” Um cansaço devastador revela falta absoluta de energia. Todas as reservas estão esgotadas. No trabalho, a pessoa, antes competente e atenciosa, liga o “piloto automático”. No lugar da motivação, surge irritação, falta de concentração, desânimo, sensação de fracasso. Esses são indícios de uma doença cruel e de difícil diagnóstico que avança nos hospitais, nas empresas, nas escolas… A Síndrome de Burnout decorre de estresse prolongado no trabalho.

    Os sintomas de exaustão mental e física que resultam no quadro de “Burnout” podem ser notados no dia a dia do ambiente laboral. Observar o comportamento dos colegas de trabalho ou dos funcionários pode ajudar a identificar os aspectos mais comuns dessa doença. São eles:

    • Ausências no trabalho;
    • Agressividade;
    • Isolamento;
    • Mudanças bruscas de humor;
    • Irritabilidade;
    • Dificuldade de concentração;
    • Lapsos de memória;
    • Ansiedade.
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    Diferencial do tratamento na Estância Bela Vista

    • Metodologia única, com resultados surpreendentes;
    • Cada tratamento é analisado pela equipe terapêutica de forma individualizada;
    • Os pacientes têm acesso aos meios de comunicação diariamente, inclusive “internet”, sempre monitorados por um profissional;
    • Durante as visitas, as famílias recebem uma orientação psicológica e, também, podem acompanhar a evolução do paciente;
    • Ressocialização constante com saídas terapêuticas supervisionadas.
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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Redes sociais: ferramentas internas que ajudam usuários com sofrimento mental

    Redes sociais: ferramentas internas que ajudam usuários com sofrimento mental

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://stage.estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-redes-sociais-ferramentas-internas-que-ajudam-usuarios-com-sofrimento-mental.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    A saúde mental e física são duas vertentes fundamentais para o bem-estar do ser humano. Estima-se que 30, a cada 100 pessoas, estão suscetíveis a desenvolver um quadro de transtorno, psicose ou doença mental em algum momento da vida e, dessa parcela, 12 poderão evoluir para casos graves que levem à incapacidade mental.

    Os problemas mentais são causados por: estresse contínuo; perdas ou frustrações emocionais; eventos traumáticos; dificuldades financeiras ou fatores genéticos. Quando o indivíduo passa a apresentar sintomas de sofrimentos mentais, a relação dele com os demais no ambiente laboral, familiar ou estudantil é, imediatamente, afetada, levando a situações difíceis e a crises.

    É comum que a pessoa com sofrimento mental tenha dificuldade de tomar iniciativa para pedir ajuda. É penoso, até mesmo, conversar pessoalmente com alguém de extrema confiança.

    Mas as pessoas estão conectadas o tempo inteiro nas plataformas digitais de socialização. Utilizar recursos virtuais, para se abrir e contar sobre o sofrimento que está passando, pode ser uma alternativa melhor para quem tem muita dificuldade de se expressar pessoalmente.

    Listamos, aqui, algumas ferramentas ligadas a grandes plataformas digitais que foram criadas para auxiliar o usuário a pedir ajuda ou apontar comportamentos nocivos que afetem a saúde mental das pessoas.

    Instagram – Depressão, Assédio Moral e “Ciberbullying”

    Para tentar ajudar usuários com transtornos como ansiedade e depressão, o aplicativo passou a informar o contato do Centro de Valorização da Vida (CVV), além de dar dicas de saúde mental, sempre que o usuário digitar, na aba “Pesquisar”, as “hashtags” #ansiedade ou #depressão. Basta clicar no botão “obter suporte”, e a ferramenta vai apresentar várias opções de ajuda.

    Para “resolver” o assédio moral e o “cyberbullying”, o aplicativo aprimorou a maneira de controlar os comentários e os conteúdos ofensivos. Assim, criou um filtro para que o usuário possa bloquear palavras nocivas.

    Além disso, o Instagram retirou, recentemente, a visualização do quantitativo de “likes” em 2019, por considerar que o vício do consumo de conteúdo digital provoca efeitos negativos para a saúde mental das pessoas.

    Facebook – Prevenção ao Suicídio

    Já algum tempo que recurso de prevenção ao suicídio está disponível no Facebook. A sessão foi arquitetada para que o usuário possa pedir ajuda a si mesmo ou a um amigo. Essa Central de Ajuda conta com uma equipe de rede anônima que auxilia o usuário a pedir ajuda ou a apontar um “post” com conteúdo que apresente comportamento suicida. A página do serviço, que apresenta uma estrutura de “help” bem objetiva, existe desde 2016.

    Atenção

    É importante ressaltar que esses recursos não substituem o tratamento terapêutico. Procure ajuda profissional para tratar qualquer problema mental.

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  • Setembro Amarelo: cinco frases que você não deve falar para quem tem depressão

    Setembro Amarelo: cinco frases que você não deve falar para quem tem depressão

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://stage.estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-setembro-amarelo-cinco-frases-que-voce-nao-deve-falar-para-quem-tem-depressao.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    A cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo. A depressão não afeta somente quem está acometido dessa doença, mas também as pessoas próximas a ela.

    É possível, sim, ajudar alguém próximo de forma positiva. Como? Exercitando o conhecimento de se expressar corretamente sem afetar o emocional do deprimido.

    Existem algumas frases que podem auxiliar e outras que, mesmo com a melhor das intenções, pode atrapalhar o emocional de quem passa pelo transtorno. São elas:

    “Você está bem?”

    Infelizmente, não existe uma cura rápida quando o assunto é depressão. Ela exige um acompanhamento profissional para que haja um retorno para a sua vida normal, com qualidade. Então, essa não é uma boa frase para disparar com uma pessoa que esteja com a doença.

    “Olhe o lado positivo…”

    A prevalência de pensamentos negativos na depressão é uma das suas principais características. Logo, o deprimido apresenta dificuldades de acreditar que tudo dará certo é um de seus maiores obstáculos. Sendo assim, não depende de um olhar positivo para as coisas.

    “Há muita gente com problemas piores”

    A depressão é um transtorno mental grave. Somente um especialista pode informar até que ponto a pessoa está sendo afetada. Comparar a doença com o problema de terceiros não é uma forma afetuosa de tentar amenizar a situação de quem passa pelo transtorno.

    “Vai ficar tudo bem”

    Esse tipo de frase pode produzir uma reação negativa para a pessoa que está passando por esse momento vulnerável em razão da doença.

    “Você é uma pessoa feliz”

    Infelizmente, a situação é muito comum. Pessoas com depressão também têm momentos felizes e sorriem. Muitos famosos, como, o humorista Whindersson Nunes, diagnosticado com o transtorno, já passou por momentos difíceis enquanto realizava seus “shows”.

    Setembro Amarelo

    A campanha brasileira de prevenção do suicídio começou no ano de 2015, por meio de uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em busca de ampliar o diálogo sobre o suicídio para a sociedade. Já o mês de setembro foi escolhido pela International Association for Suicide Prevention, com a ideia de promover espaços para debater o assunto.

    Sim, podemos conversar e te ajudar

    Estamos, sempre, de portas abertas para tirar alguma dúvida sobre saúde mental, debater assuntos importantes e, acima de tudo, ajudar você ou uma pessoa próxima.

    Na Estância Bela Vista, você encontra uma equipe multidisciplinar e referência em tratamento humanizado, focado no ser humano como um todo, um espaço socioterapêutico.

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